HORÁRIO DE ATENDIMENTO SEG À SEX:
DAS 8:30H ÀS 12H E 14h ÀS 18:30H
Dr. André Frare - Osteopatia Cascavel

O que é dor crônica?

Sobre a Empresa

O que é dor crônica?

Lidar com a dor muitas vezes se torna uma difícil e longa jornada. Geralmente, começa como um problema aparentemente simples, mas que aos poucos parece não ter fim, levando a sentimentos de desesperança, isolamento social e muitos outros problemas. A OMS estima que cerca de 30% da população mundial apresenta dor crônica.

A Dor Crônica é geralmente descrita como uma dor persistente por pelo menos três meses. Outros critérios apontam um mínimo de 6 meses de dor para considerá-la como crônica. Há também um critério mais flexível, que a descreve como uma dor que se estende para além do período esperado para a cura (que podem ser semanas). É muito difícil precisarmos exatamente em que ponto uma dor aguda se transforma em crônica. Isto costuma variar muito em cada caso.

Costuma-se dividir a dor crônica em dois tipos, de forma mais geral: a dor nociceptiva, ligada a uma lesão no tecido, e a dor neuropática, que se relaciona a alguma lesão nos nervos. Em muitos casos, não há uma explicação clara sobre os motivos da dor ainda persistir. As pessoas costumam associar a dor como um sinal de que há alguma doença no corpo. Muitas vezes, ainda fazem a comparação da intensidade da dor com a gravidade da doença. Na dor crônica, esta relação não acontece dessa forma. Dores muito intensas podem nem estar relacionadas a nenhuma doença específica.

Outro problema comum em relação à dor crônica é que tratamentos medicamentosos que costumam funcionar com as dores agudas, e para dores crônicas não funcionam e em alguns casos chegam a piorar o quadro. Por exemplo, o repouso costuma ser algo indicado para uma dor mais aguda, como a fratura de um osso. Por sua vez, em um caso de dor crônica, o repouso excessivo é contraindicado, pois leva a um enfraquecimento dos músculos e ligamentos e também uma deficiência circulatória grave, além de reduzir as atividades da pessoa, intensificando sentimentos de impotência e podendo levar a um quadro de depressão.

Uma dor que se estende por mais de 3 ou 6 meses não costuma ter uma resolução simples. Por isso, na grande maioria dos casos, o tratamento mais preconizado é o interdisciplinar, envolvendo profissionais de diversas áreas da saúde, como medicina, fisioterapia e psicologia.

Alguns recursos muito utilizados no tratamento de pessoas com dores crônicas costumam ser diversos tipos de medicamentos, como por exemplo anti-inflamatórios, antidepressivos, analgésicos ou anticonvulsivantes, dependendo de cada caso em particular, os procedimentos intervencionistas, como radiofrequência ou bloqueios anestésicos, exercícios físicos, psicoterapia, relaxamento, acupuntura, entre muitos outros.

Além desses recursos, muitas vezes, é necessário promover uma mudança de hábitos de vida. Lidar com uma dor persistente muitas vezes é um desafio complexo e para ser bem sucedido será fundamental investir em uma vida mais saudável, desde os aspectos nutricionais, com uma dieta balanceada, até as atividades de lazer, manter uma vida mais ativa e significativa. Tudo isso influenciará muito nos resultados do tratamento indicado e na maneira como a dor será encarada.

Apesar de ser um problema de difícil solução, a dor crônica pode ser gerenciada de maneira saudável. Mesmo quando não é possível encontrar uma cura definitiva para o problema, é sempre possível buscar uma vida com qualidade e mais ativa.

A Osteopatia e a Terapia CranioSacral tem se mostrado com uma eficácia acima de qualquer outro tipo de intervenção no tratamento das dores crônicas. Pois são técnicas que tratam a causa do indivíduo, como desequilíbrios mecânicos e estruturais, tensões viscerais, distúrbios músculo-ligamentares, revascularização e nutrição dos nervos.

ESTIMA-SE QUE CERCA DE 40% da população mundial SOFRAM DE DOR CRÔNICA

Diz-se que a dor é crônica quando, de modo geral, persiste após o período estimado para a recuperação normal de uma lesão. A dor crônica pode surgir no contexto de várias doenças (cancro, artrose, diabetes, zona, etc.), ser agravada por traumatismos ou posições forçadas ou incorretas, estar associada a um período pós-operatório ou surgir sem causa aparente.

FATORES DE RISCO PARA A DOR CRÔNICA

• Gênero feminino
• Idade (a prevalência da dor tende a aumentar até aos 60-65 anos)
• Nível socioeconômico e de instrução mais baixos
• Excesso de peso e obesidade
• Localização anatômica (as zonas lombar e cervical, a cabeça e os membros são as regiões mais afetadas)
• Ansiedade e transtornos depressivos
• Desemprego
• História de acidente de viação

Quando a dor aguda evolui para o estado crônico, torna-se um problema de saúde - inicialmente a uma escala pessoal, mais tarde a uma escala pública. A dor crônica é causadora de morbidade, absenteísmo e incapacidade temporária ou permanente, gerando elevados custos aos sistemas de saúde, com grande impacto na qualidade de vida do doente e das famílias. A dor passa a ser o centro de todas as vivências, limitando decisões e comportamentos. Está muitas vezes associada a fadiga, anorexia, alterações do sono, obstipação, náuseas, dificuldade de concentração, entre outros.

Entre as principais consequências da dor crônica destacam-se:

• Incapacidade física e funcional
• Dependência
• Afastamento social
• Alterações na libido
• Mudanças na dinâmica familiar
• Desequilíbrio econômico
• Falta de esperança