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Dr. André Frare - Osteopatia Cascavel

O ALTO CUSTO DE UM TRATAMENTO NÃO EFEITO PARA DOR LOMBAR - Blog

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Dor lombar deve ser considerada uma prioridade de saúde e pesquisa no Brasil: produtividade perdida e custos com saúde entre 2012 a 2016

PLoS One. abril de 2020; 15 (4): e0230902. doi: 10.1371 / journal.pone.0230902. eCollection 2020.

Rodrigo Luiz Carregaro 1 2, Caroline Ribeiro Tottoli 1 2, Daniela da Silva Rodrigues 3, Judith E Bosmans 4, Everton Nunes da Silva 2 5, Maurits van Tulder 4 6

Afiliações

  • 1Faculdade de Fisioterapia, Mestre em Ciências da Reabilitação, Universidade de Brasília (UnB), Campus UnB Ceilândia, Brasília (DF) Brasil.
  • 2Núcleo de Evidências e Tecnologias em Saúde (NETecS), Universidade de Brasília (UnB), Campus UnB Ceilândia, Brasília, Brasil.
  • 3Faculdade de Terapia Ocupacional, Universidade de Brasília (UnB), Campus UnB Ceilândia, Brasília (DF) Brasil.
  • 4Departamento de Ciências da Saúde, Faculdade de Ciências, Vrije Universiteit Amsterdam, Amsterdam, Holanda.
  • 5Faculdade de Saúde Coletiva, Universidade de Brasília (UnB), Campus UnB Ceilândia, Brasília (DF) Brasil.
  • 6Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Hospital Universitário Aarhus, Aarhus, Dinamarca.
Resumo

Contexto: A dor lombar (LBP) está associada a um aumento nos anos de vida ajustados por incapacidade, e maior risco de aposentadoria por invalidez e maior absenteísmo no Brasil. Portanto, as evidências sobre os custos de saúde e perda de produtividade devido ao LBP são de extrema importância para informar os tomadores de decisão.

Métodos: Estudo do custo da doença com abordagem de cima para baixo e perspectiva da sociedade. Extraímos dados de bases de dados nacionais, considerando o período de 2012-2016. As despesas ambulatoriais incluíram clínica, cirurgia, diagnóstico, órteses / próteses e ações complementares. As despesas com internação incluíram serviços hospitalares e profissionais, unidade de terapia intensiva e estadia de acompanhante. Para as perdas de produtividade, foram analisados o tempo de afastamento e as informações associadas (relacionados ao trabalho e não relacionados ao trabalho; valor do auxílio-doença; idade; sexo; e atividade econômica). Os custos de produtividade perdida foram calculados multiplicando a ausência do trabalho (dias) pelo benefício diário.

Resultados: Os custos sociais somaram US $ 2,2 bilhões e as perdas de produtividade representaram 79% dos custos. As despesas totais com saúde foram estimadas em US $ 460 milhões. Encontramos mais de 880.000 imagens de diagnóstico. Indivíduos com LBP ficaram em um total de 59 milhões de dias ausentes do trabalho entre 2012-2016. A média de dias perdidos ao trabalho por pessoa, para cada ano investigado, foi, respectivamente, de 88; 84; 83; 87; e 100. Os homens faltaram mais dias ao trabalho do que as mulheres. Além disso, os trabalhadores rurais apresentaram maior afastamento do trabalho quando comparados às demais atividades profissionais.

Conclusão: As despesas com saúde e os custos de perda de produtividade devido à DL foram substanciais, portanto, há uma necessidade de melhoria dos serviços e políticas de saúde para lidar com essa carga crescente de doenças. Encontramos um uso extensivo de diagnóstico por imagem, o que é desencorajado pelas diretrizes clínicas. Partimos do pressuposto de que os homens vivenciam altos níveis de incapacidade por dor nas costas em comparação com as mulheres, pois apresentavam maior absenteísmo e maiores custos de perda de produtividade.

Conclusão do Dr. André Frare - Neses meus 19 anos de profissão como Fisioterapeuta e 16 anos como OSTEOPATA, chego a seguinte conclusão:

- O sistema de saúde sobrevive exatamente dessas condições deteriorantes dos indivíduos.
- Os médicos ortopedistas, não indicam tratamentos efetivos para seus pacientes, como a OSTEOPATIA
- O sistema acadêmico médico, está centrado somente no benefício próprio, quando em termos de DOR.
- Quem trata DOR é o FISIOTERAPEUTA E O OSTEOPATA, nenhum outro profissional.
- Os pacientes podem e devem vir direto aos seus Fisioterapeutas e OSTEOPATAS, sem a necessidade de uma consulta médica.
- A osteopatia deve estar presente em PRONTOS ATENDIMENTOS HOSPITALARES, como primaria forma de avaliação da DOR.
- Todas as cidades e municípios devem oferecer obrigatoriamente o ACESSO aos pacientes aos serviços de OSTEOPATIA.
- Os custos de tratamento e de absenteísmo reduziriam em mais de 70%, com essa técnica de tratamento da DOR.

NÃO ESPERE PIORAR, TRATE O QUANTO ANTES

DR. ANDRÉ FRARE - FISIOTERAPEUTA OSTEOPATA - CENTRO DE TRATAMENTO DA DOR - CASCAVEL - PARANÁ - BRASIL.

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